quarta-feira, 1 de junho de 2011

QUARTA CÍVICA: APRENDENDO A CIDADANIA


Hoje dia em que comemoramos o inicio da semana mundial do meio ambiente nossos alunos deram um show durante a quarta cívica, o tema foi encarado com muito respeito e criatividade, cartazes, encenações e leituras de textos fizeram parte do momento.Os alunos da 6ª série, orientados pela professora Shirley apresentaram cartazes pintados por eles e que traziam ainda orientações sobre os cuidados que devemos ter com todos os tipos de lixo, obedecendo o destino que deve ser dado a cada um.

Os alunos da 6ª série apresentaram seus cartazes informativos sobre meio ambiente
Na foto: Islania, Gabriele, Lenice, Pauliano, Edilene, Roseane, Anderson e Daniel (em pé)
Lairton, Natália, Fabiana, Maria, Flávio, Leticia, Gustavo, Lucas e Everardo (agachados)

Já os alunos da 5ª série, tiveram o apoio e incentivos das professoras Fátima e Silvandira, e além da produção de texto sobre o tema, trouxeram uma encenação  que apresentava aos presentes a necessidade da reciclagem bem como o acondicionamento do lixo em seu espaço correto até o seu destino final.
 Os alunos da 7ª série orientados pelo professor Jackson apresentaram o texto ”Preservar o meio ambiente é preservar a vida”.  
Alunos da 5ª série apresentaram qual deve ser o destino correto do nosso lixo
Na foto: Silvandira, Davi, Micael e Fátima (em pé)
Luana, Nadyelle, Davi, Jarisa e Joelma (agachados)


É BINGO!

Giro o globo, sai mais uma multiplicação, e o resultado deve ser rápido
Hoje(1º) os nossos alunos da 5ª série experimentaram mais uma atividade no desenvolvimento do conhecimento da matemática, que foi o bingo da multiplicação. O professor Jackson de posse de um globo, com pedras numeradas, aplicou no quadro negro várias multiplicações, que tinham como números de 1 a 30, os alunos escolhiam 10 destas e esperavam sair à pedra como número indicado da operação, daí marcava no caderno, mas somente se acertasse o resultado da multiplicação. Desta forma a aula ficou empolgante e os alunos entenderam. O resultado final do bingo foi na verdade o que menos importou, pois na verdade o que fica é o que chamamos de APRENDIZADO.  
Enquanto o professor gira o globo, o aluno Davi observa pois dependendo do número que sair, ele terá uma multiplicação pela frente

CADA UM NO SEU QUADRADO!

Tia Ranny, Tais e Kenedy exibem o resultado de mais uma aula com o tema meio ambiente 

Conhecer o meio ambiente, o espaço onde vivemos, foi o que promoveu o professora Ranny aos alunos da 3ª série, primeiro ela pintou em um isopor os espaços que representavam água, terra e floresta, daí recortou personagens comuns aos três espaços, e que cada aluno deveria inserir o personagem no seu habitat natural. Não deu outra, todo mundo mostrou que sabe tudo e ninguém ficou de fora da atividade, bem como os personagens ficaram cada um no seu espaço reservado pela natureza. Ao final de tudo a mensagem mais importante: Devemos respeitar o meio ambiente para que assim possamos ter dias melhores.
A garotada se divertiu e aprendeu que na natureza tudo tem o seu lugar


Bruno demonstra que sabe tudo de meio ambiente


BASE: Orientando o trabalho!

Vanessa visitou a garotada que adorou a sua presença 
Nossa escola recebeu nesta terça(30) a visita da formadora da Editora Base que publica os livros trabalhados nas escolas da rede municipal na 2 ª série. Vanessa Martins esteve acompanhando como vem sendo trabalhado o conteúdo do livro bem como orientar a coordenação pedagógica para um melhor resultado. 
Hora de conversar sobre o que vem sendo feito.
Na foto: Rúbia, Selma, Meyre e Vanessa

terça-feira, 31 de maio de 2011

AMOR AO MEIO AMBIENTE COMEÇA CEDO!

Raíssa confecciona com sua equipe um cartaz com mensagem de preservação do meio ambiente
Hoje (30) os alunos da 2ª série da tia Adriana resolveram colocar no papel o que eles pensam da importância de preservar o meio ambiente. De posse de cartolina, pincel atômico, material para recorte, cola e tesoura os pequenos amigos da natureza confeccionaram lindos cartazes, que depois de prontos, foram afixados nos muros do pátio da nossa escola para que todos vissem todo o amor e respeito pelo meio ambiente de nossos alunos.
Cássia, Breno, Nayandra, Neto e Livia exibem o seu cartaz
João Victor, Alisson, Arnaoldo, Raíssa, Laelton, Cris e Talita, todos felizes com o resultado de seu cartaz para alegria da tia Adriana 
Tia Adriana cercada pelos alunos afixam os cartazes nos muros do pátio

segunda-feira, 30 de maio de 2011

ELA VOLTOU

Para quem já estava com saudades dos seus comentários, ela já voltou e Joelma ocupa novamente o espaço para mandar o seu recado para toda a turma que se liga em nosso blog.
FALA GAROTA!

Joelma - 5ª série
“Saudações;
Como é bom estar aqui com vocês amigos e amigas. Eu estava com saudades, e volto aqui para lembrar que estamos chegando perto das férias, e é bom melhorar o comportamento nas aulas para tirar boas notas. É bom brincar, mas temos que saber a hora, não podemos nunca esquecer a seriedade que é a nossa quarta cívica, pois sempre temos temas legais sendo abordados, por exemplo, o tema “alguém gosta de mim” eu apresentei a minha impressão, pois temos sempre sim, alguém que gosta da gente, como nossos pais. Eu por exemplo gosto muito de minha família.
Beijos da Joelma”.  

sábado, 28 de maio de 2011

Bullying: das brincadeiras à violência

Por Cléo Fante

Cléo Fante é pesquisadora pioneira do bullying escolar no país e consultora da ONG Plan Brasil

Todos nós já fomos crianças um dia. Quem não se recorda das brincadeiras que nos faziam rir e às vezes chorar de raiva ou de vergonha? Sem graça, inconvenientes, inconsequentes, maldosas. Mas tudo não passava de brincadeira.
As brincadeiras fazem parte das relações; aproximam, integram, incluem. Entre os estudantes, são essas brincadeiras que tornam o ambiente escolar divertido e descontraído, que estimulam a frequência, a permanência, o desempenho, a aprendizagem, o gostar da escola.
No entanto, quando as brincadeiras perdem a essência da espontaneidade, da diversão e do prazer podem se converter em violência. Nesse ponto é que está o sinal de alerta. Existe uma linha muito tênue entre brincadeira e violência. Na brincadeira deve existir um equilíbrio entre as partes e todos se divertem, se
descontraem, participam. Quando há desequilíbrio, onde uma parte se diverte e a outra é constrangida, humilhada, intimidada, a brincadeira acabou e aí começa a violência.
Assim como as brincadeiras são parte das relações, pode-se dizer que a violência de igual modo. Quem não se recorda de cenas de violência envolvendo familiares, vizinhos, amigos ou a si mesmo.
A violência é cruel, machuca, faz sofrer. Ao longo dos tempos foi se instalando sorrateiramente em nosso cotidiano. Faz parte de nossas vidas, de nossas histórias. Está presente em todos os contextos sociais, nas relações entre adultos,  destes com as crianças e vice-versa.
Infelizmente, entre as crianças se torna cada vez mais visível, em especial no contexto escolar. Dentre as formas de violências que ocorrem entre os estudantes, há uma que desperta a atenção e o interesse de estudiosos de todo o mundo, o bullying. 
O bullying é uma forma de violência que ocorre na relação entre pares, sendo mais comum entre os estudantes. É definido como um conjunto de atitudes agressivas, intencionais e repetitivas, adotadas por um indivíduo contra outro(s), sem motivos evidentes, causando dor e sofrimento e dentro de uma relação desigual de poder, o que possibilita a intimidação.
É um fenômeno antigo, tanto quanto a própria instituição escola. No entanto, seus efeitos ao longo do tempo foram ignorados, por ser interpretado como brincadeiras da idade.
O bullying não pode ser confundido com brincadeira. É violência gratuita e intencional. É marcado por um jogo de poder, onde os mais fortes – do ponto de vista físico, emocional, econômico, social – convertem os mais fracos – sob os mesmos pontos de vista - em objetos de diversão e prazer.
O autor de bullying é movido pelo desejo de popularidade, aceitação, status de poder no grupo social. Para isso, submete aquele que elegeu como “bode expiatório” à situação de inferioridade, ao escárnio público na escola ou na internet, ao psicoterrorismo. Humilha, constrange, difama, intimida, persegue, amedronta. Quanto mais atormenta a vida do outro, mais cresce a sua popularidade. Torna-se temido e muitas vezes respeitado entre os colegas de escola e/ou fora dela.
Geralmente, escolhe aquele que não oferece resistência, o vulnerável, o mais fraco, o menor, o que tem poucos ou nenhum amigo. As vítimas potenciais são os que apresentam exacerbada timidez, introspecção, dificuldade relacional, diferenças individuais positivas ou negativas, dificuldade de se impor e de se defender.
Suas ações são validadas por muitos que assistem e acabam por participar - direta ou indiretamente -, como espectadores ativos, passivos ou omissos.
É claro que há os que não concordam com o comportamento negativo dos colegas, tentam defender as vítimas, mas nem sempre conseguem. Outros se divertem com a intimidação e o sofrimento alheio. Há, ainda, os que se omitem temendo ser eleitos como próximos alvos dos maus tratos.
A vítima acuada, na maioria dos casos, sofre em silêncio. Por medo de represálias ou da incompreensão dos adultos ou dos colegas, da vergonha de se expor ainda mais ou de não sobrecarregar os familiares com mais problemas. Carrega consigo a dor, a vergonha, a raiva, tanto daqueles que a fazem sofrer como de si mesma, por não saber o que fazer.
Os efeitos do bullying afetam a todos, em especial às vítimas, que poderão ter seu processo de desenvolvimento comprometido. Dependendo da gravidade da exposição e temporalidade, as sequelas podem acompanhá-las além do período acadêmico. Poderão se tornar adultos inseguros, tensos, agressivos, deprimidos, com dificuldades relacionais e afetivas. Poderão desenvolver transtornos e doenças de fundo emocional, adotar condutas ofensivas, reproduzir o sofrido em outros contextos, como o laboral e familiar.
Em alguns casos, o bullying está associado aos massacres que ocorreram em escolas, com maior incidência nos Estados Unidos. No Brasil, as tragédias em Taiuva (SP, 2003), Remanso (BA, 2004) e Realengo (RJ, 2010) retratam as sequelas do bullying.
Durante anos os protagonistas de tais tragédias foram alvos de deboches, humilhações e perseguições gratuitas por serem diferentes dos demais. Ressentimentos foram ao longo do tempo represados, pensamentos de vingança foram se cristalizando, problemas foram se acumulando. Um componente sozinho não é capaz de produzir tanto efeito, mas a junção de fatores, emocionais, familiares, econômicos, sociais, laborais, associada ao bullying é.
Obviamente nem todas as vítimas de bullying chegarão ao trágico desfecho de matar e matar-se. Há os que sofrem, os que enfrentam, os que superam. Há os adultos que, quando instrumentalizados, oferecem apoio, segurança e auxílio às vítimas e autores. Isso é imprescindível.
Por outro lado, obviamente, que nem tudo o que acontece na escola é bullying. Há provocação, desavença, briga, conflito, indisciplina, desrespeito, incivilidade. Existe uma gama de situações que ocorrem entre os estudantes. O que vejo é certo exagero por parte de muitos adultos, que tentam explicar o bullying de forma precipitada e equivocada, o que tende a banalizar e alarmar a sociedade.
Muitas escolas, equivocadamente, estão querendo acabar com as brincadeiras. As crianças estão sendo constantemente observadas, advertidas, engessadas. As brincadeiras, mesmo as agressivas, inconvenientes ou inconsequentes, fazem parte das relações. Deixem as crianças brincarem. Os adultos devem observar à distância e quando as brincadeiras perderem sua essência é que devem intervir.
Afinal, brincar é direito de crianças e adolescentes que deve ser preservado. O que não se pode permitir é a ocorrência de bullying. Todos devemos velar pelos direitos de crianças e adolescentes. Punir ou criminalizar não é a solução. Prevenir é melhor do que remediar, diz o velho ditado. 


Veja mais:

- Gestão inovadora de EMEB usa "classmates" no combate ao "bullying"
Projeto de fotonovela gera impacto até mesmo na relação entre pais e filhos
h
ttp://bit.ly/mcm2jh #EducaRede

- Equipe da EMEF General Othelo Franco, de São Paulo, apresentou o projeto "Faça arte, não pratique o bullying". Confira o vídeo produzido pelos alunos monitores.

- Alunos de outra escola, EMEF Leonor Mendes de Barros (com a equipe de alunos-monitores “Leonor em Ação ) também produziram um video sobre ciberbullying (
http://www.youtube.com/watch?v=4KttuntjqGw&feature=player_embedded).

As três ações e o relato acima são da Rede Social Minha Terra, do EducaRede da Fundação Telefônica


Os alunos devoradores de livros recebem mais E$

Tio Jorge e Tia Ranny (3ª série) com os alunos ganhadores de mais uma boa leva de ESCOLAR
Juliana, Edna, Taís, Vitória, Vitor e Cláudio.
Nesta sexta(27) o Banco Central da Escola Municipal Nossa Senhora de Fátima fez a liberação de mais uma quantia de sua moeda, a ESCOLAR para os alunos que foram avaliados pelo tio Jorge, quando os pequeninos disseram tudo que aprenderam com a leitura do livro que cada um levou para casa durante a semana. A ação faz parte do projeto "Quanto vale a sua leitura". Os alunos avaliados recebem de um a dois escolares, e ao final do ano poderão comprar o que quiserem com o que arrecadar em um bazar especial realizado promovido para os pequenos devoradores de livros. Passaram pela avaliação os alunos  da 2ª e 3ª séries.

Tia Adriana(2ª série) e tio Jorge com os alunos que receberam mais ESCOLAR
Em pé: Raissa, Milena, Talita e Cássia.
Sentados: João Victor Alves, Alisson, Laelton, Jair e João Victor Moreira.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

REFLEXÃO: Professores Apaixonados - por Gabriel Perissé

Hoje postamos o texto de Gabriel Perissé escritor, tradutor, doutor em Filosofia da Educação (USP), professor, palestrante, blogueiro, autor de vários livros sobre leitura, linguagem, escrita criativa, educação, formação docente e estética.

Professores e professoras apaixonados acordam cedo e dormem tarde, movidos pela idéia fixa que podem mover o mundo. Apaixonados, esquecem a hora do almoço e do jantar: estão preocupados com as múltiplas fomes que, de múltitplas formas, debilitam as inteligências.
As professoras apaixonadas descobriram que há homens no magistério igualmente apaixonados pela arte de ensinar, que é a arte de dar contexto a todos os textos. Não há pretextso que justifiquem, para os professores apaixonados, um grau a menos de paixão, e não vai nisso nem um pouco de romantismo barato. Apaixonar-se sai caro!
Os professores apaixonados, com ou sem carro, buzinam o silêncio comodista, dão carona para os alunos que moram mais longe do conhecimento, saem cantando o pneu da alegria. Se estão apaixonados, e estão, fazem da sala de aula um espaço de cânticos, de ênfases, de sínteses que demonstram, pela via do contraste, o absurdo que é viver sem paixão, ensinar sem paixão.

Dá pena, dá compaixão ver o professor desapaixonado, sonhando acordado com a aposentadoria, contando nos dedos os dias que faltam para as suas férias, catando no calendário os próximos feriados.
Os professores apaixonados muito bem sabem das dificuldades, dos desrespietos, das injustiças, até mesmo dos horrores que há na profissão. Mas o professor apaixonado não deixa de professar, e seu protesto é continuar amando apaixonadamente.

Continuar amando é não perder a fé, palavra pequena que não se dilui no café ralo, não foge pelo ralo, não se apaga como um traço de giz no quadro. Ter fé impede que o medo esmague o amor, que as alienações antigas e novas substituam a lúcida esperança.
Dar aula não é contar piada, mas quem dá aula sem humor não está com nada, ensinar é uma forma de oração. Não essa oração chacoalhar de palavras sem sentido, com voz melosa ou ríspida. Mera oração subordinada, e nada mais.
Os professores apaixonados querem tudo. Querem multiplicar o tempo, somar os esforços, dividir os problemas para solucioná-los. Querem analisar a química da realidade. Querem traçar o mapa de inusitados tesouros.
Os olhos dos professores apaixonados brilham quando, no meio de uma explicação, percebem o sorriso do aluno que entendeu algo que ele mesmo, professor, não esperava explicar. A paixão é inexplicável, bem sei. Mas é também indisfarçável.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

NOSSA HORTA: Cuidando sempre

Davi, Tiago, Maicon e Douglas todos juntos cuidando da nossa horta
Nossos alunos continuam firmes e fortes nos cuidados com a horta escolar, hoje  foi mais um dia de colher o que já foi plantado, esse trabalho desde inicio ficou aos cuidados de Douglas, Davi  e Tiago, mas agora o time recebeu o reforço do Maicon, todos com o mesmo desejo de colaborar com esse importante projeto que é desenvolvido graças a parceria com a Dakota Nordeste.
É de responsabilidade dos alunos o seguinte:
     
Manejo da Horta
 

•Irrigar diariamente observado o melhor horário para sua efetivação;
•
Retirar plantas invasoras;
•
Afofar a terra próxima ás mudas;
•
Completar nível de terra em plantas descobertas;
•
Observar fitossanidade da horta (insetos e pragas, fungos, bactérias e vírus);
É hora de ver como está o plantio
Colheita e Higienização
 
A colheita será feita obedecendo ao período de maturação das hortaliças, sendo que será
realizada a higienização com auxílio das merendeiras.
Davi, Maicon e Tiago fazem mais um colheita na horta
 
Consumo
 
A colheita após higienização será servida como parte da merenda escolar reforçando a
alimentação das crianças e proporcionando maior variedade nas opções presentes.